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6 mitos e verdades a respeito dos chatbots que vão mudar a sua maneira de pensar

O atendimento automatizado já é uma realidade em diversas empresas. Em vez de ocupar a equipe com tarefas manuais e repetitivas, o objetivo é delegar a uma máquina a tarefa de responder aos clientes nas questões mais frequentes e simples. Entretanto, essa novidade enfrenta ainda algumas resistências. Muitos acreditam que os chatbots — como são chamados os canais automatizados que trocam mensagens com pessoas — não são capazes de resolver os problemas dos consumidores como um atendente humano.

Você também pensa assim? Então precisa conhecer o potencial dessa ferramenta. Criamos este post para desmistificar a ideia de que chatbots utilizam apenas algumas respostas prontas, pois eles podem fazer bem mais do que isso. Confira os principais mitos e verdades sobre o assunto!

1. Chatbots são limitados

Mito!

Até chegarem ao nível de conversação humana, falta bastante. Mas, definitivamente, chatbots com inteligência artificial não são nada bobos: quanto mais pessoas usam, mais perspicazes eles ficam.

Essas ferramentas podem aprender nas interações — com humanos e outros softwares —, desenvolver suas habilidades e tornar sua compreensão mais sofisticada. Com o tempo, se tornam capazes de identificar com precisão o que os usuários querem em suas consultas e conseguem conduzir a conversa para determinado objetivo.

2. Deve existir inteligência artificial nos chatbots

Mito!

A inteligência artificial permite um ganho de aprendizado com o tempo. Mas é possível desenvolver (e lançar mais rapidamente) chatbots mais simples e igualmente eficientes com base em fluxos de conversa previamente estruturados.

Independentemente da tecnologia utilizada, a função do chatbot — e a essência da interação entre marcas e clientes — é resolver o problema ou a dúvida do consumidor. A escolha da melhor solução para isso dependerá do contexto e da complexidade das interações.

3. Chatbots são frios e impessoais

Mito!

Quando falamos em robôs, pensamos em uma comunicação mecanizada, mas automatizar as interações não significa torná-las impessoais. Com um histórico de conversas amplo e diversificado, os chatbots podem (e devem) ser aprimorados para adotar a linguagem do consumidor o mais fielmente possível.

Eles são personalizáveis: se você quiser, podem entender e falar gírias ou até serem extremamente formais, por exemplo.

4. Chatbots servem apenas para SAC

Mito!

Embora o uso mais comum seja no SAC das empresas, eles são versáteis. Ações criativas de marketing para entreter e engajar consumidores, estratégias de vendas para gerar leads e clientes e realização de pesquisas de mercado são outros contextos em que os chatbots podem ser usados.

Em todos os casos, sua empresa consegue construir uma conversa efetiva com o usuário e fortalecer o relacionamento com o seu público, oferecendo conteúdos úteis e relevantes.

5. Desenvolver um chatbot inteligente não é fácil

Verdade!

Fazer um robô seguir regras pode não ser tão complicado. Mas o usuário pode se frustrar com uma resposta como: “desculpe, não entendi o que você quis dizer”.

No entanto, fazer uma máquina aprender a interagir com humanos e seguir objetivos específicos não é tarefa fácil. Envolve dados, investimentos, diferentes conhecimentos (desenvolvimento, marketing, design, negócios etc.) e o estudo do comportamento do usuário.

6. Chatbots não são perfeitos

Verdade!

Embora os chatbots sejam extremamente inteligentes, eles não são perfeitos. A tecnologia ainda tem muito a evoluir para aprimorar o atendimento automático e aproximá-lo ainda mais do comportamento humano.

Mas estamos no caminho para isso!

E agora, o que você pensa sobre os chatbots? Deixe um comentário no post e compartilhe a sua opinião!

 

Leia mais:

Chatbot no Facebook Messenger: tudo que você precisa saber

10 lições que aprendi ao construir um chatbot – Parte I

Como foi construir um chatbot para vendas, geração de leads e engajamento

 

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