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6 tendências mobile para a sua empresa investir

O mercado de dispositivos mobile consolidou-se nos últimos anos como um dos que possui maior potencial de geração de receitas entre as empresas que atuam com o desenvolvimento de software.

Os investimentos na área são caracterizados por uma alta capacidade de promover lucro graças aos modelos de negócio mais flexíveis e o grande público que pode ser atingido por meio de aplicativos e gadgets portáteis.

Nesse sentido, quem pretende atuar nesse nicho deve compreender quais são as tendências que possuem um alto potencial, evitando a aplicação de recursos em soluções com baixo retorno. Assim, será possível criar uma rotina de criação de serviços com alto potencial de mercado e capaz de aumentar continuamente a presença de mercado do empreendimento.

Quer saber quais tendência mobile merecem a sua atenção? Então, conheça as 6 principais na nossa lista de hoje!

1. Internet das coisas

A Internet das Coisas, ou IoT, é o termo utilizado para descrever um conjunto de gadgets inteligentes que se conectam por meio de redes sem fio, para a troca e captura de dados. Esses aparelhos são apontados por vários gestores como o futuro da computação, uma vez que impactarão diretamente em várias rotinas diárias da nossa sociedade, que vão das horas em que passamos na cama aos nossos tratamentos de saúde.

A integração de cafeteiras, termostatos e outros dispositivos da IoT ao ambiente corporativo devem ser feitas com um extenso planejamento. Gestores de TI precisam reavaliar as suas rotinas de segurança e privacidade, identificando quais processos podem ser afetados por eventuais vulnerabilidades presentes em algum aparelho. Dessa forma, a IoT poderá ser integrada à cadeia operacional do negócio sem que isso implique na perda de confiabilidade do ambiente digital.

2. Multichannel

A criação de estratégias de marketing digital tornou-se fundamental em um mercado no qual o número de pessoas que estão utilizando serviços mobile está quase ultrapassando aqueles que possuem rotinas totalmente voltadas para meios offline.

Nesse cenário, o Marketing Multichannel é uma abordagem mais integrada, que permite a criação de campanhas direcionadas para vários dispositivos e plataformas. Desse modo, empresas podem implementar um número maior de canais para a divulgação de seus produtos, ampliando o sucesso das suas estratégias.

3. Gadgets vestíveis

Os gadgets vestíveis surgiram em conjunto com a Internet das Coisas e devem ser incorporados a vários processos diários. Eles incluem (mas não se limitam a) relógios inteligentes, medidores de batimentos cardíacos e fitness trackers.

Atletas podem utilizar os chamados wearables, por exemplo, para a coleta de informações que sejam relevantes para a avaliação de um treino ou exercício. Da mesma forma, sistemas de tratamento médico podem utilizar um gadget vestível para ter um acompanhamento contínuo da saúde do paciente, emitindo alertas e tornando a avaliação do impacto de um treinamento mais eficaz.

Um outro mercado em que os gadgets vestíveis também possuem um alto potencial é o financeiro. Um dos exemplos poderá ser visto no Rio de Janeiro, durante os Jogos Olímpicos. Atletas e outras pessoas selecionadas poderão utilizar um relógio e uma pulseira com NFC para realizarem pagamentos sem fio sempre que realizarem uma compra no cartão de crédito ou débito.

4. Mobile advertising

O mercado de ads mobile movimenta bilhões anualmente. Alguns países, como os Estados Unidos, já possuem um grande número de pessoas passando mais tempo em celulares do que em desktops. Diante disso, a publicação de anúncios em smartphones (seja nos sites ou apps mobile) passou a fazer parte das estratégias de vários setores.

Por meio de técnicas de aprendizado de máquina, as campanhas voltadas para o meio digital ganharam um potencial de sucesso muito maior. É possível direcionar o anúncio de um novo programa, serviço ou aplicativo diretamente na página do público-alvo, tornando a sua aceitação muito mais ampla.

5. Chatbots

O uso de bots em ambientes computacionais faz parte do dia a dia de técnicos e analistas há décadas. Mas foi apenas nos últimos anos que algumas empresas passaram a investir em algoritmos mais interativos para integrar plataformas mobile por meio de APIs. Nesse sentido, empresas como Facebook e Microsoft já apresentaram plataformas para o gerenciamento e desenvolvimento de BOTs, que podem atuar lado a lado com vários aplicativos.

Os chatbots, como são chamados os robôs que atuam em aplicativos de mensagens, unem conectividade com inteligência artificial e são considerados uma forte tendência mobile. Fáceis de programar, eles são utilizados por empresas como a Domino’s Pizza para que clientes possam comprar alimentos rapidamente.

Já a Forbes utiliza um bot no aplicativo Telegram para divulgar notícias e colunas que são publicadas no seu site. Outro exemplo de bot, nesse caso nacional, é o @CemigBot. Diretamente na janela do Telegram, consumidores podem ter acesso aos serviços mais importantes da empresa.

Os bots também podem ser utilizados para o desenvolvimento de mecanismos de aprendizado de máquina e inteligência artificial. Esse foi o caso da Tay, robô criado pela Microsoft para interagir com usuários do Twitter no início do ano.

Apesar de o bot ter desenvolvido um comportamento adolescente em algumas horas (com direito a piadas racistas e homofóbicas), a empresa considerou o experimento um sucesso, uma vez que foi possível compreender como algoritmos de AI e machine learning podem agir em situações extremas.

6. APIs para aplicativos mobile

As APIs (sigla para Application Programming Interface, ou Interface de Programação de Aplicações, em português), são “portas” de comunicação que permitem a troca de dados entre aplicativos e sistemas. Elas podem ser integradas a vários apps mobile, tornando a experiência de uso mais fluida e ágil.

Para quem trabalha com o desenvolvimento de aplicativos mobile, as APIs podem ser vistas como formas de agilizar o processo de criação de um app e torná-lo mais integrado com outros serviços, como o Facebook e o próprio sistema operacional.

Com algumas linhas de código, é possível implementar suporte a login com a conta de uma rede social, opções mais amplas de compartilhamento de informações e a possibilidade do hardware ser utilizado em partes específicas do software.

Além disso, as APIs podem ser vistas como fontes de renda para quem pretende abrir os seus sistemas para parceiros comerciais. Empresas podem licenciar o uso das interfaces de suas soluções internas para outros empreendimentos, aumentando a integração de suas ferramentas e criando novos modelos de negócio.

E você, sabe de alguma tendência mobile que não foi listada acima? Compartilhe a sua experiência com a gente!

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