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Como criar um chatbot realmente inteligente?

Que o consumidor quer interagir com as marcas você já sabe. Agora, como oferecer uma experiência de atendimento superior por meio de um chatbot inteligente? Esse questionamento é importante para a sua empresa encontrar um ponto de equilíbrio.

Isso porque esse recurso não deve ser usado como se fosse a simulação de um humano, pois seria enganação. Ao mesmo tempo, não é legal fazer um software ser visto como um mero robô, que foi programado para dar sempre as mesmas respostas, certo?

Então, para que o usuário seja impactado de forma positiva, recomendamos algumas práticas para tornar o seu chatbot mais habilidoso — ou seja, fazer dele um atendente virtual que melhora o próprio desempenho a cada dia. Confira:

Esclarecendo os objetivos do chatbot inteligente

Um sistema bem desenvolvido toma as decisões com base em um acervo de dados. Para transformar essa teoria em prática, primeiro é preciso que os objetivos da sua estratégia estejam bem definidos e alinhados com essa tecnologia.

Afinal, antes de fazer um chatbot “pensar”, o ideal é planejar que espécie de pensamento ele deve ter, que situações considerar para ele dialogar com precisão, que tipo de informações ele precisa saber, entre outros detalhes.

Conhecendo o público da marca

O chatbot tem potencial para se tornar o melhor vendedor que a sua empresa já teve. No entanto, é preciso esclarecer as dúvidas do usuário, criar filtros inteligentes e enviar informações relevantes. Reconhecer o histórico de compras desse usuário e seus interesses também são ações que contribuem para um bom atendimento.

Para que tudo isso seja possível, é fundamental conhecer profundamente o público para ter condições de oferecer um chatbot inteligente. Que tipo de linguagem o seu cliente usa para se comunicar? Ele é mais formal ou descolado? Quais são as necessidades e expectativas dele em relação ao seu produto? Reúna essas informações no momento de planejar seu chatbot.

Permitindo a capacidade de aprender por si mesmo

Um chatbot eficiente não busca apenas tocar o usuário com uma experiência. Ele apresenta informações, alternativas e respostas mais relevantes. Além disso, o sistema desenvolve a capacidade de aprender por si mesmo.

Isso acontece com a ajuda de algoritmos de aprendizagem mecânica e com a supervisão de um humano. Uma dessas possibilidades é o Processamento de Linguagem Natural (PLN), responsável por fazer com que o sistema compreenda o que os usuários escrevem no chat. Assim, ele enriquece o vocabulário, melhora a capacidade de mapear erros e fornece conversas mais naturais e agradáveis aos usuários.

Possibilitando que o chatbot dê respostas coerentes

Se você quer impressionar o seu público, faça com que o chatbot seja coerente durante o diálogo. Ele deve ser alimentado constantemente com informações novas. Também é interessante criar variações de respostas.

O fato de ele ser capaz de fazer outras considerações na interação com o usuário faz com que as pessoas percebam o quanto ele é “criativo”, sagaz e proativo. Isso ajuda a gerar mais engajamento e, ao mesmo tempo, melhora a qualidade do serviço.

Percebeu como um chatbot inteligente pode impulsionar os resultados da sua empresa? Mas é claro que você não pode fazer isso sozinho. A contratação de uma empresa especializada é indispensável para o sucesso dessa implantação. Pense nisso!

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