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Inteligência artificial: 4 coisas sobre o aprendizado dos chatbots que você precisa saber

Uma das grandes vantagens dos chatbots é que, como utilizam uma interface natural baseada em diálogo, não é preciso que os usuários aprendam uma nova interface visual para poder utilizá-los. Na verdade, com recursos e fundamentos de inteligência artificial, são alguns chatbots que podem aprender a compreender melhor os humanos, e não o contrário.

Chatbots são softwares que permitem a interação entre usuários e uma marca de forma automatizada por conversas de texto. Eles já são utilizados em diversas aplicações práticas, desde o atendimento e suporte ao cliente até em processos internos de uma empresa.

Neste artigo, explicaremos 4 pontos importantes sobre o aprendizado dos chatbots e como funcionam os recursos de inteligência artificial nesse tipo de software. Confira!

1. Existem dois tipos de chatbots e eles aprendem de maneiras diferentes

Antes de tudo, é preciso compreender que existem essencialmente dois tipos de chatbot: os que têm como base regras simples e fluxos de diálogo; e os mais avançados, que utilizam o machine learning (aprendizado de máquina) para se tornarem cada vez melhores a partir das interações que realizam com o usuário.

Assim, chatbots baseados em regras aprendem coisas novas quando dados e respostas são inseridas em seu banco de dados por quem os programa. Por outro lado, os chatbots com inteligência artificial são os únicos com o aprendizado de máquina propriamente dito, o que os permite ampliar seu repertório e compreender melhor os humanos à medida que são utilizados.

2. Contexto é fundamental para o desenvolvimento de um chatbot

Independentemente do tipo de chatbot, o contexto em que ele se encaixa é fundamental para o desenvolvimento da sua inteligência artificial.

Todo chatbot é criado com um propósito, e essa razão da sua existência é diretamente relacionada às perguntas que ele responderá. Um chatbot que resolve problemas técnicos de consumidores não é o mais indicado para contar quais foram os resultados da rodada do campeonato brasileiro, por exemplo, e ele nunca aprenderá a responder esse tipo de pergunta.

Um chatbot sempre aprenderá novas formas de atender seu propósito, mas não faz sentido investir para que eles desenvolvam conteúdo que vá além das suas diretrizes primordiais.

3. Para solucionar uma pergunta, o chatbot precisa conhecer a resposta

Mesmo os chatbots mais inteligentes só serão capazes de responder a uma pergunta da qual eles já conheçam a resposta.

Diferentemente de um ser humano que busca recursos alternativos para chegar a uma solução quando esta é desconhecida, um chatbot precisa efetivamente ter conteúdo para atender uma demanda de seus usuários. Isso quer dizer que, se algo é perguntando para um chatbot e ele não sabe, ele não irá responder essa pergunta.

No entanto, provavelmente essa dúvida não solucionada será levada para os humanos que dão suporte ao chatbot e, se for recorrente e relacionada ao contexto dele, é provável que ele se torne capaz de resolvê-la em atualizações futuras.

4. Um chatbot nunca vai se esquecer de algo aprendido

Os chatbots não são humanos. A vantagem disso é que eles nunca se cansam nem estão de mau humor — e o mais importante: jamais se esquecem de algo que aprenderam.

Isso significa que, uma vez que a lição foi dada, eles sempre serão capazes de entregar a resposta correta para a pergunta certa. Naturalmente, como são binários e exatos, precisam aprender as diversas maneiras como uma mesma dúvida pode ser feia. Mas assim que descobrem isso, nunca mais erram na resposta!

E agora que você já sabe melhor como a inteligência artificial e o aprendizado dos chatbots funciona, que tal compartilhar esse conteúdo nas suas redes sociais? Assim, mais gente também vai ficar sabendo!

 

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