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Será que os chatbots vão substituir os aplicativos?

Por serem mais baratos e igualmente eficientes, provavelmente os chatbots vão substituir boa parte dos aplicativos em seu reinado que começou em 2008, quando a Apple lançou a App Store junto do seu iPhone 3G.

Nos primeiros anos, os usuários exploravam com curiosidade a infinidade de possibilidades dos aplicativos, tanto pelo encanto com as novas funções e interfaces visuais quanto pelas funcionalidades em si, que até então ou eram algo antes exclusivo de PCs ou totalmente inédito.

Mas, se por algum tempo, inovação e apps caminharam juntos, hoje os aplicativos estão saindo dos holofotes para abrir caminho para novas tendências: os chatbots, sem dúvida alguma, são um dos candidatos à sucessão.

Neste artigo, explicaremos os fatores que nos levam a crer que os chatbots vão roubar os holofotes de muitos aplicativos e por que isso deve acontecer bem rápido!

O fim da era dos aplicativos

Muita coisa mudou desde 2008, quando os apps tomaram de assalto a cena de tecnologia e inovação. Se antes era interessante ter um aplicativo para cada coisa, hoje os usuários querem o mínimo de complicações nos seus telefones.

No Brasil, uma pessoa utiliza, em média, 11 apps por dia. E, apesar de ter 85 deles instalados, abre apenas 42 ao longo de um mês. Os aplicativos mais populares, como Facebook, WhatsApp, Google Maps e Uber dominam as preferências dos usuários, assim como as lojas: mais da metade da receita da App Store vem de apenas 20 apps.

Os aplicativos começam a deixar de ser uma possibilidade acessível de ampliar a presença digital para uma empresa, como eram no passado. Hoje, muita coisa mudou, mas principalmente o usuário, que não quer mais baixar e armazenar um app diferente para cada atividade que vai executar.

A ascensão dos chatbots

Apesar de já existirem há alguns anos, os chatbots estão crescendo nos espaços deixados pelo declínio dos aplicativos. Para uma empresa, é muito mais barato desenvolver um chatbot do que um app e, se os dois tiverem funcionalidades parecidas, a eficiência dos chatbots será maior.

Isso se deve ao fato de que os usuários não precisam passar por todo o transtorno de buscar e baixar um novo app para interagir com um negócio: é possível acionar um chatbot da mesma forma que se conversa com um outro contato qualquer em uma plataforma de mensagens, como o Facebook Messenger ou o Whatsapp.

Além disso, a linguagem natural do diálogo através do texto é sempre mais intuitiva para o usuário, proporcionando uma usabilidade bem maior.

A hora de os chatbots substituírem os aplicativos

Nada é eterno e, quando o assunto é tecnologia e inovação, as mudanças acontecem bem rápido. No começo dos anos 1990, o ICQ era a plataforma de chat mais popular na internet. Foi superado pelo MSN Messenger da Microsoft e caiu no esquecimento nos anos seguintes. Por sua vez, o MSN desapareceu com a crescente popularização de outras plataformas, como o Google Talk, hoje Google Hangouts.

Os aplicativos já dominaram o cenário, mas eles estão perdendo espaço e, com a crescente popularização dos chatbots, correm risco de desaparecer.

E você: acha que os chatbots vão substituir aplicativos? Para entender um pouco mais, baixe nosso e-book Chatbots na Prática!

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